Arrasta
p.8
Text within this block will maintain its original spacing when publishedengasto as façanhas
por vielas afivelas
minhas entranhas tal qual nefasto
trucida metamorfosear
minha carne meu reencarne
através do mar homicida
bailaria alimento
minha tempestade em tua umidade
a língua que vertia
acalento
deglutimos
nossas entranhas
em lava
acudimos
nossos ventrículos
como se fossem um
engolimos
nossos líquidos
em fusão
alumiamos
nosso amanhã
como horizonte
recortamos a maré amargurada
em luz