Quando o pus virar saliva
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Text within this block will maintain its original spacing when publishedContorno do corpo
naquele vestido;
odor terra.
A marca da pele
– escondida;
forma atrela.
Meu cravo precipita
em seus lábios;
– espera.
Quando enfim
– o pus virar saliva;
bálsamo era.
Minha língua sem mãos. Atada,
lasciva nos teus seios;
– eletrosfera.
De quatro cantos
perpétuo penetrar;
lua angarela.
Uma angra de gravezas
– espuma o ódio;
falta sincera.
As gramíneas andam
escorrem tua chuva nos pelos;
- atmosfera.
Deitar em teu vale valeria
– tua boca;
o dissabor esfacela.
Nota: aqui existia uma nota; apagada por conta do entender que era algo beirando o excesso de compartilhamento.
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