Sedenta alma

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Sedenta alma

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tal flor errante
não se espante - pois é amar

ou o verter
da sombra que ressoou.

- Vontade d'um não chorar,
sinapse do querer traçou amparo.

sobrou da solidão
só mísero resíduo amaro

se engane não,
pois felicidade alçou
tal flor rutilante
a conter teu choro em minhas mãos

barrar o abandono
pelo tecer que a vida deixou trazer
através do mar

flor dentro do peito nascida
ampara tua estilha a explodir;
enfim querer sedenta alma.




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